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Horrível. Não há luz no fim do tunel e a cada dia fica pior. Já perdi as esperanças!
Péssimo. Vai piorar, vai demorar a estabilizar e vai demorar muito até começar a dar sinais de melhora.
Bom. Estamos passando por turbulências mas em breve o país voltará a crescer.
Muito bom. O pior já passou e já está melhorando.
Excelente. Não há crise econômica.
Ruim. Acredito que pode melhorar mais vai demorar.
Terça-feira, 01 de setembro de 2015
Esquerda
Direita
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Cartão de Crédito
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O que é o cartão de crédito?

Segundo o site do Banco Central do Brasil, a qual segue reproduzida agora: “É um serviço de intermediação que permite ao consumidor adquirir bens e serviços em estabelecimentos comerciais previamente credenciados mediante a comprovação de sua condição de usuário. Essa comprovação é geralmente realizada, no ato da aquisição, com a apresentação de cartão ao estabelecimento comercial. O cartão é emitido pelo prestador do serviço de intermediação, chamado genericamente de administradora de cartão de crédito.”

Em tese, o cartão de crédito é um grande aliado do consumidor, possibilitando a contratação de serviços e a compra de produtos de forma parcelada e segura, facilitando a aquisição de bens e serviços.

Todavia, no Brasil, o cartão de crédito se tornou um inimigo do consumidor, pois a ganância das instituições financeiras por lucros cada vez maiores e de forma mais rápida, fez com que as mesmas cobrem juros que chegam a ultrapassar 22% ao mês, além de mais taxas, engargos e multas por atrasos, o que faz com que haja um grande endividamento e empobrecimento da população.

Por que é absurdamente abusiva esta cobrança? Porque este mesmo dinheiro que o banco cobra 22% ao mês + outros encargos é, na maioria das vezes retirado de aplicações dos próprios consumidores (poupança, LCI, LCA etc) e que ele paga cerca de 0,6% a 0,8% ao mês!

Por exemplo, se você tem R$ 10.000,00 em uma poupança no banco XYZ, este banco vai lhe pagar uns R$ 60,00 por mês de rendimento. Mas se você pegar o seu cartão de crédito deste mesmo banco XYZ e gastar R$ 10.000,00 e não pagar, supondo que a taxa de juros seja de 17,99% ao mês (que é uma taxa comum), vai ter que pagar R$ 1.799,00 por mês + outros encargos de atraso e o juro ainda é cumulativo, ou seja, no próximo mês terá que pagar 17,99% sobre os R$ 11.799,00 + os outros encargos e aí vai a bola de neve, sendo que ao final de um ano estará devendo mais de R$ 80.000,00!

Infelizmente, o Governo pouco (ou quase nada) tem feito para frear este absurdo e a Justiça também não tem sido muito benéfica para os consumidores vez até determina a redução das taxas de juros quando o consumidor entra com processo, mas apenas para "limitar a taxa média de mercado para operações da mesma espécie".

Ou seja, a Justiça determina qua os juros devem ser a média do mercado, que é feita somando-se as taxas de juros cobradas por todas as instituições financeiras e dividindo pelo número de instituições.

Ocorre que há um cartel formado pelas instituições financeiras em relação as taxas de juros. Portanto, a maioria delas (principalmente as maiores) cobram juros bem altos e, assim, a média dos juros também é alta.

Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. CONTRATOS DE CARTÃO DE CRÉDITO. AÇÃO REVISIONAL. CONTRATOS BANCÁRIOS. PONTOS COMUNS. JUROS REMUNERATÓRIOS. Possibilidade da cobrança de juros remuneratórios superiores a 12% ao ano, quando não comprovada a abusividade. Súmula nº 382 do STJ. Contrato de

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